segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Redes sociais e educação

Anteriormente, a tecnologia e principalmente as redes sociais eram vistas pelas instituições de ensino como um vilão a ser superado. Esse tipo de relação era inadmissível pelo fato do professor não saber conduzir devidamente a utilização das redes sociais em função da aprendizagem. Com o passar do tempo, as escolas se conscientizaram da importância da tecnologia no ambiente educacional. Assim, as redes sociais passaram a servir como ponto de encontro entre professor e alunos para uma interação mútua de estudo, ensino, aprendizagem, dúvidas e trocas. Porém, é necessário ressaltar que o profissional docente tem toda a responsabilidade de direcionar esse tipo de integração para que os alunos não percam o foco do tema e saibam fazer o devido proveito disso. Essa aprendizagem e reflexão a respeito do tema foram possíveis devido ao acesso ao blog "Redes Sociais e Educação", criado pela nossa colega que reproduziu e divulgou matérias, reportagens e vídeos sobre o tema, fazendo com que os leitores se interessem pelo blog não só pelo assunto que já é super atrativo, mas também pelo visual, pois aquele plano de fundo ficou super criativo, interessante e motivador!
Se você deseja conhecer o blog e saber mais sobre o assunto acesse o link abaixo:
http://redesocialnaeducacaotic.blogspot.com.br/


Fonte da imagem: http://www.google.com.br//

Alfabetização na era digital

Com a Revolução Tecnológica, a tecnologia passou a estar em tudo e em todos os lugares, acarretando um processo de globalização mundial. Desde então, essa área vem se desenvolvendo cada vez mais, servindo de recurso para tornar a informação de fácil acesso para todos. Dentro dessa perspectiva, nossas colegas construíram um blog abordando sobre a "Alfabetização na era digital", fazendo relação entre a cultura tecnológica e a educação e colocando em questão seus aspectos positivos e negativos, suas principais dificuldades e benefícios. A alfabetização dentro da era digital é uma linguagem diferenciada que está presente no contexto social e cultural dos alunos, em seu cotidiano, e por isso deve ser trazida para dentro de sala de aula, sendo trabalhada simultaneamente ao processo natural de alfabetização e letramento. Porém, muitas escolas, infelizmente, ainda não possuem os recursos tecnológicos necessários para alfabetizar nessa nova linguagem. Além disso, muitos docentes acabam sendo prejudicados com a falta de formação adequada e específica para que possam inserir essa prática em seus planejamentos, fazendo relação entre o pedagógico e o tecnológico e modificando a sua metodologia.
Se você deseja conhecer o blog e saber mais sobre o assunto acesse o link abaixo:
http://alfabetizacaonaeradigitaltic.blogspot.com.br/


Fonte da imagem: http://www.google.com.br//

Bullyng

Bullyng é um tema que vem sendo mencionado muito atualmente, principalmente nas escolas, na área educacional. Aprofundando-se no assunto, nossas colegas de turma produziram um blog intitulado "BULLYNG: O que é?" com o objetivo de conceituar o bullyng, suas características, causas, bem como suas consequências na vida das pessoas através de textos e vídeos muito interessantes. A partir do que pudemos observar no blog e do conhecimento prévio que já obtemos, é possível relatar que o bullyng, além de exprimir o preconceito, é também um tipo de violência, tanto verbal como física, que ocorre repetidamente por características consideradas fora do padrão pelos "autores", então os "alvos" por serem menos favorecidos, tímidos e retraídos, sofrem agressões constantemente, podendo se tornar "alvos/autores" numa situação de revolta. Já as "testemunhas" são aquelas que presenciam atitudes referentes ao bullyng sem tomar nenhuma previdência para que isso acabe, são apenas "platéia" para os "autores". Dessa forma, é necessário saber como identificar o bullyng nas instituições escolares e como agir diante disso, como prevenir e remediar essa prática tão presente e tão negativa que vem ocorrendo na educação contemporânea.
Se você deseja conhecer o blog e saber mais sobre o assunto acesse o link abaixo:
http://informandosobrebullyng.blogspot.com.br/




Fonte da imagem: http://www.google.com.br//

Gamificação na educação

Entramos em contato com um tema muito interessante que é a "Gamificação na educação" através de um blog criado pelas nossas colegas de turma.  Ao visitar o blog foi possível perceber que a gamificação acontece em vários setores da sociedade, inclusive no campo da educação como assunto de extrema importância na formação docente. Elas reproduziram vídeos, textos e curiosidades a respeito do tema e tornaram o blog muito atrativo por ter um design super bonito e criativo, além da pertinência do conteúdo que está sendo transmitido. Além disso, percebemos que esse tema é pouco conhecido por alguns professores e que o mesmo trata de jogos e games utilizados como recursos pedagógicos para melhorar e auxiliar no processo de ensino-aprendizagem. Aprendemos também que a gamificação faz uso da tecnologia para trabalhar com as crianças os conteúdos que eles tem mais dificuldade em sala de aula, de modo interativo, dinâmico e lúdico, envolvendo-as plenamente.
Se você deseja conhecer o blog e saber mais sobre o assunto acesse o link abaixo:
http://katyejeny.blogspot.com.br/


Fonte da imagem: http://www.google.com.br//

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Descrição e reflexão a respeito do blog =))



Através da produção do blog sobre a cultura indígena e a cultura digital foi possível refletir sobre a importância de trabalha-las na escola atualmente, tanto separadamente quanto simultaneamente. Esse trabalho nos ensinou conceitos, mas também valores, pois por meio do conhecimento da cultura indígena e da sua relação com a tecnologia, foi possível ter contato com uma lição de vida, que precisamos evoluir sim, mas jamais perder a nossa essência. Além disso, pudemos perceber o quanto somos capazes de buscar informações pertinentes para enriquecer o blog, se preocupando sempre com o interesse de nossos leitores. Assim, enfatizamos o quanto essa experiência foi positiva e significativa para a nossa formação não só acadêmica, mas também pessoal e profissional.

Sugestão de atividade

O tema cultura indígena vinculada a cultura digital pode ser trabalhado nos mais diversificados segmentos da Educação Básica, como no Ensino Fundamental e no Ensino Médio. Sugerimos então algumas atividades que podem ser desenvolvidas a respeito do assunto:

No Ensino Fundamental pode ser proposto aos alunos que produzam um teatro ou um vídeo relacionado com o tema, utilizando da caracterização indígena e de elementos culturais como o vestuário e a linguagem, e fazendo relação com o uso da tecnologia.
Objetivos:
            - Conhecer a cultura indígena;
            - Despertar a criatividade;
            - Refletir sobre o uso das tecnologias;
            - Compreender a relação cultura indígena/cultura tecnológica.

Já no Ensino Médio, a atividade proposta pode ser a realização de uma entrevista com um ou mais integrantes de uma tribo indígena que pode ser apresentada através de um relatório ou de algum vídeo, reportagem ou documentário produzido pelos alunos. Eles deverão perguntar a respeito da cultura indígena em geral, mas principalmente sobre a sua relação com a tecnologia.
Objetivos:
- Desenvolver a linguagem e o vocabulário;
- Despertar a curiosidade;
- Ter contato direto com o povo indígena;

- Fazer a relação cultura indígena/cultura tecnológica.

A relação da cultura tecnológica com o povo indígena

Apresentamos alguns vídeos abaixo com o objetivo de mostrar a vocês, nossos parceiros e seguidores virtuais, como essa relação dos indígenas com a tecnologia ocorre efetivamente na prática. Através de algumas reportagens gravadas pela filial da Rede Record na Paraíba, da TV Nazaré no estado do Pará e da TV Canção Nova em São Paulo, e de um documentário de Milton Santos sobre os índios e o mundo globalizado, buscamos revelar a realidade de algumas tribos indígenas. São elas: Potiguaras, Kariri-xocó e suruí aikewára.
Ao visualizar o contexto apresentado pelos vídeos, é possível perceber a grande ênfase que se dá para o uso da tecnologia nessas comunidades, afinal, ela é vista como uma maneira de modernizar a vida da população indígena preservando sua tradição e seus costumes e conservando suas origens. Dentro dessa perspectiva, a tecnologia pode ser utilizada também para a divulgação da cultura indígena e para o conhecimento de mundo e de outras culturas por parte dos integrantes das tribos, bem como para sua libertação e integração na sociedade. Acompanhem:

A tecnologia na vida dos índios

Os indígenas e a tecnologia

Uma tribo indígena que usa a tecnologia

Índios e a globalização

sábado, 25 de outubro de 2014

=))


A cultura indígena, a educação e a formação de professores


Tendo em vista a obrigatoriedade do ensino da história e da cultura indígena em todas as instituições de ensino brasileiras, garantida pela lei 11.645/08, estabelecida para aumentar o conhecimento da história nacional e da construção cultural do país e diminuir os níveis de preconceito contra o povo indígena, o professor passou a ter que trabalhar como tema transversal a tradição e os costumes indígenas.
Dessa forma, se faz extremamente necessário que este conheça o assunto em destaque para que possa trabalha-lo de forma efetiva com seus alunos. E também, que os cursos de formação de professores lhe forneçam subsídios para trabalhar tanto os conteúdos científicos específicos, quanto os conteúdos transversais, afinal, ele precisa formar o indivíduo integralmente, desenvolvendo-o cognitivamente, intelectualmente, fisicamente, socialmente e culturalmente.
           

Vídeo sobre a Cultura digital

A pesquisadora Mônica Fantin, autora do livro "Cultura digital e Escola, Pesquisa e Formação de Professores", em uma entrevista relata sobre a cultura digital inserida no contexto escolar, enfatizando a devida instrução aos professores por meio de cursos e especializações, para que utilizem as tecnologias, podendo explorar ao máximo esse recurso de auxílio ao processo de ensino-aprendizagem.
Ela critica as aulas de informática ministradas na escola como passa tempo, para que as crianças joguem jogos na internet e ressalta que essas aulas devem ser trabalhadas de forma pedagógica, sendo planejadas, com objetivos e metas a serem atingidas. Além disso, Fantin caracteriza três tipos de professores em relação a tecnologia: 
- O resistente que não usa, não quer e não gosta, sendo meio contra;
- O iniciante que é praticante, sempre disposto a usar o meio tecnológico;
- O pioneiro que é aquele que explora e viaja pelo universo tecnológico.
         Com o objetivo de conscientizar a todos sobre a importância da cultura digital na sala de aula, ela nos faz refletir pensando que se a tecnologia está em todo lugar, na rua, na casa, na comunidade e até mesmo na vida pessoal do profissional professor, por que não pode também estar na escola, sendo utilizada em sala de aula.


sexta-feira, 24 de outubro de 2014

História da Cultura Indígena

Como o site suapesquisa.com sempre nos auxilia e contribui muito em nossas pesquisas, decidimos reproduzir o que ele nos traz sobre a história da cultura indígena:

Introdução

Historiadores afirmam que antes da chegada dos europeus à América havia aproximadamente 100 milhões de índios no continente. Só em território brasileiro, esse número chegava 5 milhões de nativos, aproximadamente. Estes índios brasileiros estavam divididos em tribos, de acordo com o tronco linguístico ao qual pertenciam: tupi-guaranis (região do litoral), macro-jê ou tapuias (região do Planalto Central), aruaques (Amazônia) e caraíbas (Amazônia).
Atualmente, calcula-se que apenas 400 mil índios ocupam o território brasileiro, principalmente em reservas indígenas demarcadas e protegidas pelo governo. São cerca de 200 etnias indígenas e 170 línguas. Porém, muitas delas não vivem mais como antes da chegada dos portugueses. O contato com o homem branco fez com que muitas tribos perdessem sua identidade cultural.

A sociedade indígena na época da chegada dos portugueses

O primeiro contato entre índios e portugueses em 1500 foi de muita estranheza para ambas as partes. As duas culturas eram muito diferentes e pertenciam a mundos completamente distintos. Sabemos muito sobre os índios que viviam naquela época, graças a Carta de Pero Vaz de Caminha (escrivão da expedição de Pedro Álvares Cabral) e também aos documentos deixados pelos padres jesuítas.
Os indígenas que habitavam o Brasil em 1500 viviam da caça, da pesca e da agricultura de milho, amendoim, feijão, abóbora, bata-doce e principalmente mandioca. Esta agricultura era praticada de forma bem rudimentar, pois utilizavam a técnica da coivara (derrubada de mata e queimada para limpar o solo para o plantio).
Os índios domesticavam animais de pequeno porte como, por exemplo, porco do mato e capivara. Não conheciam o cavalo, o boi e a galinha. Na Carta de Caminha é relatado que os índios se espantaram ao entrar em contato pela primeira vez com uma galinha.
As tribos indígenas possuíam uma relação baseada em regras sociais, políticas e religiosas. O contato entre as tribos acontecia em momentos de guerras, casamentos, cerimônias de enterro e também no momento de estabelecer alianças contra um inimigo comum.
Os índios faziam objetos utilizando as matérias-primas da natureza. Vale lembrar que índio respeita muito o meio ambiente, retirando dele somente o necessário para a sua sobrevivência. Desta madeira, construíam canoas, arcos e flechas e suas habitações (oca). A palha era utilizada para fazer cestos, esteiras, redes e outros objetos. A cerâmica também era muito utilizada para fazer potes, panelas e utensílios domésticos em geral. Penas e peles de animais serviam para fazer roupas ou enfeites para as cerimônias das tribos. O urucum era muito usado para fazer pinturas no corpo.

A organização social dos índios

Entre os indígenas não há classes sociais como a do homem branco. Todos têm os mesmo direitos e recebem o mesmo tratamento. A terra, por exemplo, pertence a todos e quando um índio caça, costuma dividir com os habitantes de sua tribo. Apenas os instrumentos de trabalho (machado, arcos, flechas, arpões) são de propriedade individual. O trabalho na tribo é realizado por todos, porém possui uma divisão por sexo e idade. As mulheres são responsáveis pela comida, crianças, colheita e plantio. Já os homens da tribo ficam encarregados do trabalho mais pesado: caça, pesca, guerra e derrubada das árvores.
Duas figuras importantes na organização das tribos são o pajé e o cacique. O pajé é o sacerdote da tribo, pois conhece todos os rituais e recebe as mensagens dos deuses. Ele também é o curandeiro, pois conhece todos os chás e ervas para curar doenças. Ele que faz o ritual da pajelança, onde evoca os deuses da floresta e dos ancestrais para ajudar na cura. O cacique, também importante na vida tribal, faz o papel de chefe, pois organiza e orienta os índios. 
A educação indígena é bem interessante. Os pequenos índios, conhecidos como curumins, aprender desde pequenos e de forma prática. Costumam observar o que os adultos fazem e vão treinando desde cedo. Quando o pai vai caçar, costuma levar o indiozinho junto para que este aprender. Portanto a educação indígena é bem pratica e vinculada a realidade da vida da tribo indígena. Quando atinge os 13 os 14 anos, o jovem passa por um teste e uma cerimônia para ingressar na vida adulta.


Conceito

Cultura Indígena

A cultura indígena possui sua própria organização social e cultural. Normalmente organizam-se em tribos, nas quais cada índio possui uma função. A educação indígena caracteriza-se, segundo Gonçalves e Mello, 2009:
[...] pelos processos tradicionais de aprendizagem de saberes e costumes característicos de cada etnia. Estes conhecimentos são ensinados de forma oral no dia-a-dia, nos rituais e nos mitos. Entretanto, várias etnias indígenas têm buscado a educação escolar como um instrumento de redução da desigualdade, de firmação de direitos e conquistas e de promoção do diálogo intercultural entre diferentes agentes sociais (GONÇALVES; MELLO, 2009 apud COLODEL, 2011).
           Cultura Digital
            Já a cultura digital nada mais é do que a relação estabelecida entre a realidade real e a realidade virtual, assim como nos traz João Luiz Silva Ferreira, ministro da cultura: “A cultura digital já em si cria uma nova realidade cultural, que a gente vai ser obrigado a pensar especificamente.” (FERREIRA, 2009, p. 20), sendo definida pelo sociólogo espanhol Manuel Castells em seis tópicos:
1. Habilidade para comunicar ou mesclar qualquer produto baseado em uma linguagem comum digital;
2. Habilidade para comunicar desde o local até o global em tempo real e, vice-versa, para poder diluir o processo de interação;
3. Existência de múltiplas modalidades de comunicação;
4. Interconexão de todas as redes digitalizadas de bases de dados ou a realização do sonho do hipertexto de Nelson com o sistema de armazenamento e recuperação de dados, batizado como Xanadú, em 1965;
5. Capacidade de reconfigurar todas as configurações criando um novo sentido nas diferentes camadas dos processos de comunicação;
6. Constituição gradual da mente coletiva pelo trabalho em rede, mediante um conjunto de cérebros sem limite algum. Neste ponto, me refiro às conexões entre cérebros em rede e a mente coletiva.

Fonte:
COLODEL, Cristiane. A Educação Indígena. Ponta Grossa, 2011. Disponível em: <http://www.ebah.com.br/content/ABAAAe2skAB/a-educacao-indigena>
FERREIRA, João Luiz Silva. Política da Cultura Digital. In: SAVAZONI, Rodrigo; COHN,Sergio (Orgs.). Cultura digital.br. Rio de Janeiro: Beco do Azougue, 2009, 312 p.
http://culturadigital.br/conceito-de-cultura-digital/

Identificação

Blog criado por Thayara e Viviane, acadêmicas do 1º MA do curso de Pedagogia da Universidade Estadual de Ponta Grossa, como solicitação de trabalho avaliativo da disciplina de Tecnologia da Informação e Comunicação – TIC.

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Abordamos o tema: Cultura Indígena e Cultura Digital, com o objetivo de:
·   Conceituar a cultura indígena e a cultura digital;
·   Apresentar a relação da cultura indígena com a cultura digital;
·  Demonstrar a presença e a importância da cultura indígena e da cultura digital no contexto educacional;
·   Compreender a disseminação da cultura digital nas tribos indígenas.