sábado, 25 de outubro de 2014

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A cultura indígena, a educação e a formação de professores


Tendo em vista a obrigatoriedade do ensino da história e da cultura indígena em todas as instituições de ensino brasileiras, garantida pela lei 11.645/08, estabelecida para aumentar o conhecimento da história nacional e da construção cultural do país e diminuir os níveis de preconceito contra o povo indígena, o professor passou a ter que trabalhar como tema transversal a tradição e os costumes indígenas.
Dessa forma, se faz extremamente necessário que este conheça o assunto em destaque para que possa trabalha-lo de forma efetiva com seus alunos. E também, que os cursos de formação de professores lhe forneçam subsídios para trabalhar tanto os conteúdos científicos específicos, quanto os conteúdos transversais, afinal, ele precisa formar o indivíduo integralmente, desenvolvendo-o cognitivamente, intelectualmente, fisicamente, socialmente e culturalmente.
           

Vídeo sobre a Cultura digital

A pesquisadora Mônica Fantin, autora do livro "Cultura digital e Escola, Pesquisa e Formação de Professores", em uma entrevista relata sobre a cultura digital inserida no contexto escolar, enfatizando a devida instrução aos professores por meio de cursos e especializações, para que utilizem as tecnologias, podendo explorar ao máximo esse recurso de auxílio ao processo de ensino-aprendizagem.
Ela critica as aulas de informática ministradas na escola como passa tempo, para que as crianças joguem jogos na internet e ressalta que essas aulas devem ser trabalhadas de forma pedagógica, sendo planejadas, com objetivos e metas a serem atingidas. Além disso, Fantin caracteriza três tipos de professores em relação a tecnologia: 
- O resistente que não usa, não quer e não gosta, sendo meio contra;
- O iniciante que é praticante, sempre disposto a usar o meio tecnológico;
- O pioneiro que é aquele que explora e viaja pelo universo tecnológico.
         Com o objetivo de conscientizar a todos sobre a importância da cultura digital na sala de aula, ela nos faz refletir pensando que se a tecnologia está em todo lugar, na rua, na casa, na comunidade e até mesmo na vida pessoal do profissional professor, por que não pode também estar na escola, sendo utilizada em sala de aula.